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Ajuda sobre a Janela de Traceroute

Arranque da Janela de Traceroute

Esta janela de traceroute permite-nos fazer traceroutes a determinados hospedeiros com visualização gráfica dos resultados dos mesmos, e é aberta quando invocamos um traceroute na janela principal ou em qualquer momento em qualquer outra janela através do menu ou barra de ferramentas. Ao ser aberta esta janela, o traceroute começa automaticamente.

Vamos abaixo estudar as várias funcionalidades desta ferramenta.

Painel de Comandos

Neste painel perto do topo da janela temos vários botões, com os quais damos instruções para começar, colocar em pausa, retomar, ou parar o traceroute, bem como fechar a janela. Os botões existentes e as suas funcionalidades ficam aqui descritos:

  • Iniciar Traceroute - Este é o botão que dá começo ao traceroute. Uma vez clicado, fica desactivado e só volta a estar disponível para ser clicado após clicarmos no botão "Parar".

  • Parar - Este é o botão que termina o traceroute. Uma vez clicado, fica desactivado e o botão "Iniciar Traceroute" volta a estar disponível para ser clicado e desta forma reiniciar todo o processo e dar origem a um novo traceroute.

  • Pausa/Retomar - Este é o botão que serve para se fazer uma pausa no traceroute ou retomá-lo posteriormente. Este botão fica disponível para ser clicado apenas quando se começa um novo traceroute clicando no botão "Iniciar Traceroute". Uma vez iniciado o traceroute, este botão fica como "Pausa" e clicando nele, entramos em modo de pausa, onde o traceroute fica paralizado, e o botão passa a ter escrito "Retomar". Uma vez clicado em "Retomar", o traceroute continua de onde tinha parado, e o botão volta a ter a designação de "Pausa". Este botão só fica indisponível após se parar o ping clicando no botão "Parar".

  • Sair - Este é o botão que nos faz fechar a janela de traceroute e terminar tudo o que nela decorre, tal e qual o botão de fechar na janela criada pelo sistema operativo. Ao ser clicado, o traceroute é terminado se estiver a decorrer, e a janela fechada logo de seguida.

Em imagens, fica aqui o processo de utilização destes botões:

Estado inicial: - No estado inicial, apenas estão disponíveis os botões de iniciar o traceroute e fechar a janela:

Estado durante um traceroute activo - Quando se começa um traceroute, o botão de iniciar o traceroute fica desactivado, e ficamos com três botões disponíveis, o de parar o traceroute, o da pausa, e o de fechar a janela do traceroute:

Estado com o traceroute em pausa - Quando o traceroute é colocado em pausa, continuamos com três botões disponíveis mas a função de um deles muda. O botão de parar mantem a mesma função, o botão de pausa passa a servir para se retomar o traceroute e assim sair da pausa, e o botão sair continua a servir para se fechar a janela de traceroute. Ao se clicar no botão de retomar, ele voltaria a ter como função a de pausa:

Estado após se parar um traceroute - Após se dar instrução para parar um traceroute, voltamos a ter apenas dois botões disponíveis. O botão de iniciar o traceroute que desta vez passa a ter como designação "Recomeçar", e o botão de sair para podermos fechar a janela. Os botões de pausa e parar ficarão indisponíveis dado que o traceroute já terminou:

E são estes os botões principais desta janela, que controlam o traceroute de forma fácil e eficaz.

Painel de Parâmetros

Neste painel temos os diversos parâmetros que podemos utilizar para configurar o nosso traceroute, sendo que alguns deles poderão ser utilizados para melhorar a performance do comando, podendo ser várias vezes mais rápido do que os tradicionais nas linhas de comandos. Os parâmetros disponíveis são:

  • Máx. Hops [1,255] - Esta opção permite-nos definir o número máximo de hops (saltos) que o software fará para executar o traceroute. Este valor poderá ser entre 1 e 255 e vem com um valor por defeito de 40, e será útil nos mais variados casos, como sabermos que os hospedeiros aos quais vamos fazer o traceroute têm mais de 20 ou 30 saltos cada, e vamos testar muitos e só querermos saber os resultados nos 10 primeiros hops, assim poderíamos colocar 10 hops neste valor, e em cada hospedeiro seriam mostrados apenas os 10 primeiros hops, e os outros seriam ignorados, terminando assim o traceroute nos 10 como se não existissem mais. Atenção que logicamente se tivermos um valor aqui inferior ao número de hops necessários para fazer o traceroute completo, o traceroute não dará resultados completos, pelo que convém ter um valor maior, como o valor 40 que vem por defeito. Colocar um valor de 255 também poderá ser mau já que não deverão haver hospedeiros a 255 routers de distância e seria perda de tempo, mas para isso teremos a opção seguinte que nos permite definir o número máximo de falhas seguidas.

  • Falhas Seguidas [1,255] - Esta opção permite-nos definir o número máximo de falhas seguidas que o traceroute pode aceitar sem terminar o traceroute, e pode ter um valor entre 1 e 255, vindo com um valor por defeito de 10. Este valor faz com que, o traceroute, após ver este número de hops falhados, limite o traceroute a esse número de hops, e não faça mais hops além desses. Por exemplo, se quisermos fazer um traceroute a um hospedeiro que se encontra a 30 hops de distância, e colocarmos um valor de 3 nesta caixa, e o software for por exemplo no quarto hop, e receber 3 respostas de seguida em falha nos 3 hops seguintes, ele dará o traceroute por terminado no sétimo hop, dado que até ao quarto hop foi tudo bem, e do quinto ao sétimo existiram 3 hops falhados de seguida. Assim, mesmo que ele tivesse uns 40 hops a ver, ficar-se-á pelos 7 neste caso. Este valor não deve ser baixo ou dará traceroutes incompletos muitas vezes, mas um valor de 10 como o que vem por defeito já é aceitável, pois será muito raro haverem 10 hops sem resposta de seguida, mas talvez um valor de 20 seja mais seguro. Um valor de 255 seria inútil. Esta funcionalidade é muito útil para evitar casos como, termos um limite máximo de número de hops de 255, e chegarmos ao hop 30, e o software se nunca chegar ao último, acabar por ter de fazer os restantes 225 hops falhados até atingir o limite de 255. Neste caso, apesar do limite de 255 hops, ele chegaria ao 30, falharia as 10 vezes definidas por nós, e após essas 10 falhas seguidas ele daria o traceroute por concluído, ficando nós assim com 40 hops feitos e não 255, sendo assim esta opção muito útil.

  • Tamanho em Bytes [1,65535] - Esta opção talvez não seja tão útil quanto as anteriores e seguinte, mas pode ser útil a algum utilizador. Ela permite-nos definir o tamanho em bytes de cada pacote enviado, que poderá ser um valor entre 1 e 65535 bytes, vindo por defeito com o valor de 1 byte. Assim, cada pacote terá um tamanho de 1 byte por defeito.

  • Timeout em Ms. [100,10000] - Esta opção permite-nos definir o timeout em milissegundos de cada pacote enviado, e é muito útil especialmente para acelerar o processo do traceroute, e pode ter como valores entre 100 a 10.000, vindo com o valor de 500 milissegundos por defeito. Ter 500 milissegundos de valor significa que, após um envio de um pacote, o software só esperará 500 milissegundos até dar o pacote enviado como expirado. Desta forma, se tivermos um pacote enviado cuja resposta demorasse mais de 500ms, o pedido seria dado como expirado. Assim, se colocarmos um tempo demasiado baixo, como por exemplo 100ms e as respostas forem acima, sendo quase tudo dado como falhado, o traceroute não será feito em condições. Por outro lado, há uma boa razão para termos esta opção e para a podermos baixar até a um certo ponto. Em princípio, 500ms é considerado aceitável, e melhor do que por exemplo 2 segundos de espera, pois se num traceroute uns 10 dos seus pings falharem, são 10 vezes que se poupam segundo e meio, e assim, poupam-se 15 segundos no tempo final do traceroute. Se fizermos ainda um traceroute a um hospedeiro em que saibamos que quase certamente não obtivermos respostas acima de 100ms, e colocarmos 100ms, e falharem 15 pings do traceroute, pouparíamos 28 segundos e meio de tempo total do traceroute, pois é inútil esperarmos 2 segundos por uma resposta por vezes quando sabemos que se após 100ms não a recebermos o mais certo é que já não a iremos receber.

  • Reverse DNS - Esta é outra opção que permite poupar bastante tempo e que muitos utilizadores nem quererão utilizar. Ela o que nos faz é a resolução inversa de nomes, ou seja, por cada hop feito pelo traceroute em que haja respostas e assim se saiba o IP do router que respondeu, no fim, se esta opção estiver seleccionada, serão varridos todos esses IPs e será feita uma resolução de nomes inversa, e tentará o software assim descobrir e apresentar-nos o nome que está associado a um dado IP, ou seja, fazer um reverse DNS ao IP. Por defeito esta opção encontra-se activada, mas ao arrancarmos esta janela de traceroute, temos até ao fim do traceroute em si, para retirar o visto desta opção, e assim quando o traceroute chegar finalmente ao último hop e tiver já todos os 3 pedidos de cada um dos hops efectuados, altura em que poderá começar a fazer a resolução inversa de nomes, o software não a fará se não tiver o visto. Esta resolução foi deixada para o final por várias razões, como a de reduzir a duração total do traceroute e permitir ao utilizador desligar facilmente esta funcionalidade.

Tabela e Botões do Rato

Esta é a tabela onde serão apresentados os resultados do traceroute em tempo real, em simultâneo com os resultados apresentados na caixa de texto abaixo, permitindo a ordenação dos dados, e é dividida pelas seguintes colunas:

  • Hop - Nesta coluna fica o número de hops desta linha do traceroute. Como se sabe um traceroute fará vários conjuntos de pings limitados a um certo número máximo de hops e em cada número de hops por norma faz três pings, e aqui fica o número do hop em questão;

  • 1º Tempo - Nesta coluna temos o tempo de resposta do primeiro ping feito pelo traceroute para o número de hops indicado na primeira coluna da tabela. Se não se obtiver resposta ficaremos com um "*" na célula em questão;

  • 2º Tempo - Nesta coluna temos o tempo de resposta do segundo ping feito pelo traceroute para o número de hops indicado na primeira coluna da tabela. Se não se obtiver resposta ficaremos com um "*" na célula em questão;

  • 3º Tempo - Nesta coluna temos o tempo de resposta do terceiro ping feito pelo traceroute para o número de hops indicado na primeira coluna da tabela. Se não se obtiver resposta ficaremos com um "*" na célula em questão;

  • IP do Router - Aqui nesta coluna temos o endereço de IP do router que devolveu resposta para o número máximo de hops definidos na primeira coluna da tabela. Se nenhuma resposta for obtida nos três pings efectuados ao hospedeiro com o número máximo de hops definido na primeira coluna, então ficaremos com um "???" nesta célula, pois não saberemos que router se encontrará nesta posição;

  • Hostname - Aqui temos o nome obtido através do processo de Reverse DNS ao endereço de IP presente na coluna anterior, o endereço de IP do router que devolveu resposta para o número máximo de hops desta linha. Se a opção de Reverse DNS estiver seleccionada, então ele irá varrer todos os IPs de todos os routers da tabela, e tentar descobrir o nome que é resolvido para esse endereço de IP e assim obtermos o nome dos routers de cada linha;

Cliques do Rato

Quanto ao rato, há uma funcionalidade. Sempre que o utilizador fizer um duplo clique numa linha da tabela, o software irá procurar a linha correspondente ao router e hop dessa linha da tabela na caixa de texto, e irá escolher a linha inteira, ou seja, fazer-lhe highlight, preparando-a assim para o utilizador a poder copiar, ou executar outras acções. Mas é especialmente útil para se procurar uma linha de forma rápida na caixa de texto, bastando um duplo clique na tabela e o software faz o resto.

Caixa de Texto e Botões do Rato

Aquando da criação do software Network Pinger, quis-se manter uma ligação com as antigas ferramentas em modo de texto por isso foi escolhido manter-se uma caixa em modo de texto nas janelas todas, apenas para efeitos de habituação do utilizador e facilidade de leitura bem como fazer uma pequena apresentação de novos utilizadores ao mundo das consolas de texto. Ao mesmo tempo, são utilizadas também para mostrar o que será guardado quando o utilizador desejar guardar um relatório de um resultado de uma ferramenta num ficheiro ou quando o utilizador desejar imprimir um relatório.

Esta caixa de texto não serve apenas para fácil visualização de resultados, como também para proporcionar uma certa interactividade entre o utilizador e os resultados da sua ferramenta, e isso é feito através das barras de ferramentas, e dos menus, como também da utilização do rato conforme falaremos mais abaixo.

Nesta caixa é-nos apresentado o resultado do traceroute que fazemos, basicamente os mesmos dados que nos são apresentados na tabela mas com outra apresentação em modo de texto, estatísticas, contagem de tempo, e possibilidade de impressão, guardar em ficheiro ou mesmo interacção com o utilizador.

Durante o traceroute, os dados na caixa de texto serão actualizados em tempo real, por isso o resultado nunca é final até que apareça no fim do relatório na caixa de texto a dizer "Rastreio concluído". Durante o processo, aparecerá antes das estatísticas actuais, algo como "Rastreio em curso.", seguido de uma barra animada simulando um aro de uma roda, nas posições "- \ | / - \ | / -":

Acima vemos o traceroute em progresso, com a animação antes das estatísticas, e no fim teremos o resultado final e a mensagem de rastreio concluído:

Tal como em qualquer outra caixa de texto neste software, ao se clicar numa palavra com o botão esquerdo do rato, e depois com o direito, teremos acesso a várias opções para manipular o hospedeiro seleccionado:

É assim importante saber nesta caixa de texto que podemos com o simples clicar do botão esquerdo do rato em cima de uma palavra, fazer bastantes operações. Se clicarmos com o botão esquerdo do rato em cima de uma palavra, o software irá seleccionar a palavra inteira automaticamente, e se depois clicarmos com o botão direito do rato em cima dessa selecção, teremos um menu de várias opções sobre ferramentas que podemos aplicar ao hospedeiro que acabámos de seleccionar, ou comandos customizáveis que podemos aplicar a qualquer palavra que seleccionemos, mediante algumas condições. Se seleccionarmos um grupo de palavras, e depois clicarmos com o botão direito do rato em cima da selecção, o software irá buscar de forma automática o primeiro hospedeiro dentro dessa selecção de forma automática, ou a primeira palavra, e será essa a utilizada nos menus ao clicarmos com o botão direito do rato em cima da selecção. Para mais informações será melhor ser consultada a página de ajuda aos Botões e Menus do Software.

Painel dos Gráficos

Vamos agora estudar o painel lateral de visualização gráfica.

Há dois tipos de gráficos diferentes neste painel lateral, um é o gráfico de linhas e abaixo há o gráfico de queijo, cada um com as suas particularidades e funcionalidades. O de gráfico em linhas é criado para uma visualização fácil e rápida do historial dos tempos dos pings feitos pelo traceroute de forma linear, para identificarmos facilmente quebras, má qualidade de conectividade, etc. O gráfico de queijo é útil noutro sentido, mais para uma visualização percentual das respostas dos pings distribuídas pelos pings com bons tempos, os que estão em alerta amarelo, ou os que estão em alerta vermelho, em níveis definidos pelo utilizador. Ambos são configuráveis em tempo real. Vamos analisar os dois em separado:

    
Demonstração em Vídeo

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Network Pinger v1.0.1.0
1.50 MB, versão em Português, Espanhol, Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Chinês Simplificado, Chinês Tradicional, Russo
     
  
Publicado em 13 de Março de 2012



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